Histórias de eventualidades, improbabilidades, bicharadas, noitadas e coisas do arco da velha que de alguma forma me acabam sempre por acontecer. Crónicas diárias com a matilha, muita bicharada à mistura, muita música e sempre com um humor caústico como muita gente gosta de o caracterizar.

07/07/2008

Restos de um fim de semana cheio


Theba pisana - Os procurados


Como já devem ter reparado, aqui o cota fez anos. Como ainda estava traumatizado com o branco, decidi pro uma festa de anos minimalista. Ou seja, traduzindo, convida-se alguns amigos mais próximos para as tasquinhas e paga-se umas bejecas e tá a festa feita. Sem bolos, sem prendas (pensava eu), sem parabéns a você (pensava eu), já bastou no trabalho, mas esses tinham desculpa que queriam comer bolo à pala. Só fiesta time nas tasquinhas, com moelas, caracoles (que esgotaram antes de nós chegarmos) e xóriça e muita (q.b.) cerveja à mistura.
Depois como o pessoal já não estava muito jeitoso para conduzir, lá fomos nós para o sítio do costumo, beber mais uns favaios e ver o sol nascer. É engraçado que o sol nasce sempre quando estou a beber favaios, será que se o sol não nascer eu deixo de beber favaios? Ou se eu não beber favaios o sol não nasce? O dia seguinte foi passado com queijinhos secos, conversa, jogos estúpidos, promessas de depravações sexuais e muito riso. O certo é que cheguei a casa sensivelmente 24 horas depois de ter partido, bem partido das 24 horas que não tinha lá estado.
Domingo foi passado a enconar, ressacar e a ler o "Venenos de deus, remédios do diabo", o novo do Mia Couto, que recomendo vivamente. É um livro muito bom, e lê-se num instantinho.

4 comentários:

[adriana oliveira] disse...

Essa dos jogos inclui o "cai a noite na aldeia?" LOL

S. C. disse...

Claro!

Fuzhong! disse...

Parabéns, se bem que um pouco atrasados!

S. C. disse...

Thanks :)